Suspensão de atividades e medidas de prevenção contra o coronavírus

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Desde o começo de março, o Brasil está sendo afetado pela pandemia do coronavírus, que abala principalmente a economia, não só brasileira, mas também mundial, levando à queda da produção de suprimentos e prestação de serviços com a suspensão de atividades dos funcionários, que se mantém em quarentena para evitar o contágio com a doença.

Fronteiras estão sendo fechadas  para diminuir a circulação e evitar a contaminação de mais pessoas. Somente serviços essenciais estão em funcionamento em alguns estados, como em São Paulo.

A seguir vamos apontar quais são os principais impactos e possíveis consequências do avanço do coronavírus na economia global e brasileira.

 

Impactos socioeconômicos e suspensão das atividades

Com a quarentena determinada por algumas autoridades, o comércio está fechado, assim como restaurantes e outros serviços não essenciais. A determinação é para que as pessoas fiquem em casa, principalmente os idosos, que são grupo de risco.

A suspensão de atividades vem ocorrendo no mundo inteiro, inclusive em países mais afetados pela pandemia, como China, Itália, Espanha, França, Irã e Coreia do sul, aqui no Brasil começou a entrar em vigor a partir do dia 16 de março, período que os números de infectados pelo vírus começaram a subir.

A China é a segunda maior economia do mundo, seu PIB global atinge 18%, e em 2020 devido ao vírus, seu crescimento deve ser menor, atingindo apenas 4,9%. Porém, de acordo com especialistas, deve chegar a apenas 0,8%.

Atualmente mais de 20% das cadeias globais de suprimentos, incluindo eletrônicos e até medicamentos são produzidos pela China, sendo consumidos pelo mundo todo. Segundo o relatório da Trendforce, a produção de aparelhos celulares deve cair 12%, comparado a 2019, além de outros eletroeletrônicos.

A bolsa de valores e medidas adotadas em grandes companhias

A bolsa de valores vem enfrentando uma perda histórica, por exemplo, na Europa as ações recuaram e no mundo estima-se US$ 14 trilhões abaixo do valor.

Entre as ações mais afetadas estão as de companhia a aérea, turismo, tecnologia, eletrônicos, automóveis e de alimentos.

Diante do medo que vem aumentando na população, os bancos estão tomando medidas de estímulo e reduzindo as taxas e juros. Os valores do petróleo também foram afetados, ficando abaixo dos registros de percentual desde 2016.

Empresas como Apple, Microsoft, Mastercard, Danone e Toyota projetam lucros menores e alertam que o surto irá afetar os resultados. A fábrica da LG e unidades da Samsung e Motorola suspenderam sua produção no Brasil por falta de peças importadas da China, além de conceder férias coletivas aos seus funcionários.

Companhias como a Google recomendaram o trabalho Home Office, garantindo a estabilidade de seus funcionários.

Clínicas e hospitais

Os hospitais e consultórios médicos continuam trabalhando para manter o bem-estar de todos, já que essa é uma das profissões em que é difícil se manter ausente.

Um dos métodos de prevenção é restrição e suspensão das visitações, disponibilizando alas para o isolamento de pacientes com a suspeita da doença.

É restrita a entrada de visitantes ou acompanhantes com mais de 65 anos, mulheres grávidas, crianças e pessoas com sintomas de gripe.

Médicos, enfermeiros, atendentes e faxineiros estão mantendo o uso de máscaras e álcool gel, além do cuidado com roupas  e sapatos para não levas o vírus para suas residências. 

Coronavírus: exagero ou cuidado?

Em pronunciamento algumas autoridades brasileiras e empresários minimizam a pandemia do coronavírus, criticando a imprensa por exagerar as informações, e ressalta a defesa da volta da normalidade alegando que não é preciso permanecer em quarentena. 

Alegam também que apenas pessoas acima de 60 anos têm risco para contrair o vírus. Todas essas declarações são pensadas para diminuir os efeitos da decadência econômica que futuramente o país possa receber. 

De outro lado médicos, pessoas que contraíram a doença e a mídia, reforçam a importância de nos mantermos dentro de nossas casas. O risco de estar ativo é muito grande, pois estamos expostos a doença, trazendo uma disseminação muito mais agressiva entre a população.

Se formos refletir sobre a posição de ambos os lados, será que nossa economia vale mais que nossa saúde? Ou vamos adoecer pela falta de economia?

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Obrigada a todos e até mais!

 

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